Nada me é familiar, exepto aquele corpo e este objecto que me persegue que há muito me roubou o prazer do roçar do aparo no papel. Neste ambiente, aquele corpo, e este mundo já meu e de ninguém. O frio é suposto obrigar-me fechar as janelas que abri para que o reflexo não me roubasse o ar das vistas. Mas és Tu, sem corpo, que me traz aqui. Aqui ao meu lado, a puxar o edredon branco a empurrar o frio que não sinto entrar pela ausência de reflexos e instiga a vontade de conciliar o pensamento com estes quadrados que se fazem chamar de teclado. E nós aqui.

6 comentários:

TRISTAN SANDOVAL disse...

Conheço esses sentimentos...

Muito bem...

zm disse...

...

Infelizmente!
Triste Tristan. E Eu.

Sentimentos e palavras surpreendentemente familiares.

Muito bem vindo...

Å®t Øf £övë disse...

zm,
Há ausências que se tornam mais fortes que as próprias presenças.
Abraço.

zm disse...

Art,

Infelizmente, meu caro.
Abraço

Elsa disse...

QUANDO O SILÊNCIO COMEÇA ADEIXAR O VAZIO... VALE A PENA SORRIR E ENFRENTAR MAIS ESTE MEDO...

BJOKAS
EP

zm disse...

Elsa,

Bom quando o medo nos deixa um sorriso na cara...

jocas